Ela estava certa do que iria fazer. Depois de tanto chorar
noites e noites sozinha, revirando-se na cama, pensando em que ela poderia ter
evitado e o que deixou de fazer, ela finalmente tomou coragem. Subiu em cima da
cadeira, respirou fundo e por um momento, se lembrou de todas as vezes em que a
deixaram para baixo, que a humilharam e a rejeitaram. De seus olhos, caiu uma
lagrima. Ela amarrou a corda em seu pescoço e ficou tomando coragem, até que
seu pé perdeu o equilibro e a cadeira caiu. Tentou desamarrar a corda mas
estava muito forte. Gritou por socorro mas ninguém escutava. Não tinha como
voltar atrás. Então o ar foi sumindo dos seus pulmões e devagar, ela foi
parando de resistir contra o fato inevitável que estava prestes a acontecer.
Mas de qualquer forma ela não estava com medo e muito menos assustada, já havia
se acostumado, porque todo dia era assim que ela se sentia, sufocada.
[…] Eu estava me tornando
uma suicida, estava me cortando, estava deprimida, me isolava de tudo e de
todos e queria não ter mais que viver, não, não é isso que você esta pensando,
eu não queria tirar-me a vida eu só queria esvaziar a dor da minha alma, mais
todos os cortes profundos todo o isolamento não adiantou de nada, minha alma
ainda estava vazia e cheia de dor ao mesmo tempo, e a culpa é toda sua, isso
mesmo que você esta escutando T-O-D-A sua, você me deixou assim nesse estado
precário onde eu não sei nem quem eu realmente sou, sinto como se quando você
saiu levou tudo de mim e deixou só um vazio interminável em mim, me fez criar
um mar de esperanças do nosso amor ser verdadeiro e você
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testando
ResponderExcluirtestando
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