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Testando



Ela estava certa do que iria fazer. Depois de tanto chorar noites e noites sozinha, revirando-se na cama, pensando em que ela poderia ter evitado e o que deixou de fazer, ela finalmente tomou coragem. Subiu em cima da cadeira, respirou fundo e por um momento, se lembrou de todas as vezes em que a deixaram para baixo, que a humilharam e a rejeitaram. De seus olhos, caiu uma lagrima. Ela amarrou a corda em seu pescoço e ficou tomando coragem, até que seu pé perdeu o equilibro e a cadeira caiu. Tentou desamarrar a corda mas estava muito forte. Gritou por socorro mas ninguém escutava. Não tinha como voltar atrás. Então o ar foi sumindo dos seus pulmões e devagar, ela foi parando de resistir contra o fato inevitável que estava prestes a acontecer. Mas de qualquer forma ela não estava com medo e muito menos assustada, já havia se acostumado, porque todo dia era assim que ela se sentia, sufocada.

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Teste, teste, teste, teste, teste.


“Confesso que me dá uma saudade irracional de você. E tenho vontade de voltar atrás, de ligar, de te dizer mil coisas, e cair em suas mãos, sem me importar com nada, simplesmente entregar-te meu coração. Mas não, renuncio, me controlo e digo para mim mesmo que não é assim, que não pode ser, que você se foi, e não volta.” 

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"Ela é uma moça de poses delicadas, sorrisos discretos e olhar misterioso. Ela tem cara de menina mimada, um quê de esquisitice, uma sensibilidade de flor, um jeito encantado de ser, um toque de intuição e um tom de doçura. Ela reflete lilás, um brilho de estrela, uma inquietude, uma solidão de artista e um ar sensato de cientista. Ela é intensa e tem mania de sentir por completo, de amar por completo e de ser por completo. Dentro dela tem um coração bobo, que é sempre capaz de amar e de acreditar outra vez. Ela tem aquele gosto doce de menina romântica e aquele gosto ácido de mulher moderna."

Teste



Já expulsei pessoas que eu amava. Já tive sentimentos profundos por alguma pessoa, e com isso acabei me machucaram muito. Já fiz coisas que nem imaginava que seria capaz de fazer. E já deixei de fazer muitas coisas por vergonha ou por medo. Mais não me arrependo de nada que tenha feito. Aliás, a única coisa que me arrependo é de não ter feito o que eu não fiz. 

Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.